terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Natal

          Viver sem a família perto é muito complicado, a saudade insiste em aparecer mesmo quando já estamos "acostumados". Essa época do ano é quando sentimos mais falta daqueles com quem gostamos de celebrar e festejar qualquer momento, só que este Natal foi tudo do simples e do bom.
          A nossa ceia com a Adima e o Alexandre, paraenses, virou jantar porque ele precisava trabalhar mas foi bem descontraída e com tempero mineiro. Logo depois ela caiu no sono e Edite (em parte) e eu passamos a madrugada levemente vendo um filme delicioso Simplesmente amor.
          O dia 25 foi tomar cuidado com os exageros para as costas não reclamarem e abrir os presentes trazidos na Caixa amarela. Brincamos muito tempo entre descobrir os presentes nas meias, tirar fotos e nos enfeitar. Uma delícia! Adorei o carinho da família de sangue e da de coração/criação (Cida, Ana, Paula e Maria), deu para matar a vontade. Super obrigada a todos!
          Ah, Depois conto as aprontações da passagem de ano e quem sabe recebo a descrição das suas festas também, hein?


segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Saúde

          Nos aniversários, festas, comemorações e na passagem de ano, fazemos muitos votos àqueles que amamos e que queremos bem. Pois é, o meu voto a partir de agora será Saúde! Não é brincadeira, o famoso clichê de que basta saúde que o resto se arranja, pude sentir isso na pele, aliás, nas costas.
          Domingo passado, depois de uma semana convivendo com um incômodo na região lombar, o meu corpo colocou um basta. O frio somado com a tensão que nos acomete na reestruturação dos nossos objetivos e de uma atividade física sem aquecimento culminou numa madrugada dolorosa e imobilizada. A Edite ainda tentou diminuir meu desconforto com massagem mas tive mesmo é que recorrer à médica e aos queridos enfermeiros e suas picadas. O alívio foi tal que entrei no consultório arrastando e curvada, numa imitação barata do Corcunda de Notre Dame, e saí trocando passos.


          Na verdade, a semana foi uma experiência interessante. A melhora progressiva foi marcante nos dois primeiros dias, principalmente, o que acredito se dever ao costume de não tomar remédios desmedidamente e aos miminhos todos que ganhei da Edite como sopas, água e lanchinhos no sofá. Para além disso, pude observar o porque dos portugueses gostarem tanto de irem aos enfermeiros nos Centros de saúde, mais do que aos médicos. Dos quatro pelos quais passei, não tenho o que reclamar, foram todos muito agradáveis, simpáticos e atenciosos, ao contrário dos senhores doutores.
          Graças a Deus, nos dias do Natal já estava melhor, com leves recaídas que só lembravam-me da dor que já existiu e que não foi embora de todo.
          Amanhã será a minha última injeção e espero voltar definitivamente à velha/nova rotina. Por isso, a todos, votos antecipados de um 2009 cheio de saúde e todo o resto que puderem conseguir com ela!!!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Caixa amarela


          Exato 1 ano depois do fim da visita surpresa dos meus Pais queridos, eis que tenho outra surpresa, desta vez em Caixa Amarela.
          Cheguei do trabalho e encontrei uma Caixa na minha cadeira com um endereço muito famoso. A curiosidade atacou e todo o esforço para descobrir onde afinal se abria a Caixa sob todas aquelas fitas colantes foi uma crescente. Abrir a Caixa foi como sentir todo o carinho mandado daquelas pessoas que nos amam de verdade, um calor delicioso!
Mãezinha, Paizinho, obrigada pelo carinho! (Quer dizer que era para escolher meu presente de Natal para ganhar ano que vem, né?!)
          A saudade é engraçada, chamou a minha atenção para todos os detalhes e fez-me imaginar quem escreveu, quem arrumou, quem embrulhou, quem escolheu!!! E como a expectativa faz parte do processo, os presentes já estão lá nas nossas meias, junto à lareira... sem expiar.
      OBS.: Segundo informação fidedigna e pouco sigilosa, tem a mão dos irmãos e vizinhos no meio... veremos!


          Que venha o Natal!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Emoção!



        Nesta quinta fiquei especialmente feliz quando abri a caixa de correio: recebi da minha afilhada o convite da sua formatura. Uma lembrança singela com uma dedicatória magnífica.
        Adorei, B! É muito bom ser lembrada nos detalhes, faz diminuir muito a distância.

      Parabéns pela Formatura, que Deus continue lhe abençoando!



Obs.: Te amo muitoooooooooooo! Super beijos!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Amigos

         Dizem que os bons amigos são aqueles que estão por perto nas horas difíceis, mas no dia 29 foram aquelas que fizeram o esforço para estar presente na bagunça mesmo.
         O pessoal do trabalho debandou na hora de ir embora e não sobrou ninguém para comer a Francesinha combinada desde o começo do mês. Mas amigo que é amigo não deixa a peteca cair, a comida esfriar ou a festa faltar: Mariana providenciou a Discoteca (Boate por aqui tem conotação negativa) mais barata e com vantagens para a aniversariante e a Edite entrou com a empolgação e a condução.
         Fomos ao Muxima Bar que tem músicas latinas e como tema da noite a Salsa. O monitor/animador que fica na pista até nos apanhou para uma dança, o coitado me escolheu para a música lenta a qual dancei dura igual um poste. No mais, tivemos direito a uma garrafa de champange e uma bebida para cada, a da Edite sem álcool para nos levar seguras para casa. E claro, ainda deu para mexer com os barmans e rir muito.
         Simples e Maravilhoso!

         Felicidades para essas duas gatinhas, valeu!
         Valeu também os tantos cartões e e-mails do pessoal.
         Beijos!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Semana

          A última semana dos 27 foi bem agitada entre aprendizado, trabalho extra e arte.

          Na quinta feira, fui à Lisboa de comboio (trem) ainda noite e voltei já quase no horário Cinderela, mas passei um belo dia na formação dos programas do CS4. Claro que ainda tive tempo para contemplar um pôr-do-sol maravilhoso ao pé da Torre de Belém e de comer os meus doces preferidos da confeitaria portuguesa, os Pastéis de Nata (ou Pastéis de Belém). No dia seguinte, foi já emendar com um trabalho extra que ocupou até a outra semana, mas que não me impediu de passar a terça toda perua e dar um escapada até o balé.
          Desde pequena o meu Pai ensinou-me a ver apresentações de balé na TV e a ouvir música instrumental/clássica/erudita. Foi numa das idas ao trabalho que vi o cartaz do O Lago dos Cisnes com o Ballet Imperial Russo. Sinceramente que imaginei o preço de matar, só que não sou gata, então posso ser curiosa. A apresentação seria no Coliseu do Porto, algo como o nosso Palácio das Artes, mas não é que tinha preços populares! Animei, arrumei um jeito na agenda e fui conferir.

          Caramba, foi emocionante, inebriante, impressionante, foi o realizar de um sonho que nunca imaginei. Maravilhoso!