Viver sem a família perto é muito complicado, a saudade insiste em aparecer mesmo quando já estamos "acostumados". Essa época do ano é quando sentimos mais falta daqueles com quem gostamos de celebrar e festejar qualquer momento, só que este Natal foi tudo do simples e do bom.
A nossa ceia com a Adima e o Alexandre, paraenses, virou jantar porque ele precisava trabalhar mas foi bem descontraída e com tempero mineiro. Logo depois ela caiu no sono e Edite (em parte) e eu passamos a madrugada levemente vendo um filme delicioso Simplesmente amor.
O dia 25 foi tomar cuidado com os exageros para as costas não reclamarem e abrir os presentes trazidos na Caixa amarela.
Brincamos muito tempo entre descobrir os presentes nas meias, tirar fotos e nos enfeitar. Uma delícia! Adorei o carinho da família de sangue e da de coração/criação (Cida, Ana, Paula e Maria), deu para matar a vontade. Super obrigada a todos!
Ah, Depois conto as aprontações da passagem de ano e quem sabe recebo a descrição das suas festas também, hein?
A nossa ceia com a Adima e o Alexandre, paraenses, virou jantar porque ele precisava trabalhar mas foi bem descontraída e com tempero mineiro. Logo depois ela caiu no sono e Edite (em parte) e eu passamos a madrugada levemente vendo um filme delicioso Simplesmente amor.
O dia 25 foi tomar cuidado com os exageros para as costas não reclamarem e abrir os presentes trazidos na Caixa amarela.
Ah, Depois conto as aprontações da passagem de ano e quem sabe recebo a descrição das suas festas também, hein?
