segunda-feira, 25 de agosto de 2008

O silêncio pode ser ingrato

     Dizem que o silêncio vale mais do que mil palavras, mas será que esta regra também não tem exceção? A falta de notícias ou iniciativa para uma comunicação, e não vou aqui discutir se é sobre o tempo ou a origem da vida, cria um vazio no relacionamento e no peito de quem está a espera.
     Todo ser humano precisa da comunicação e por comunicação entende-se o processo em que um interlocutor transmite uma mensagem para um receptor, utilizando da via oral, gráfica, gestual e/ou visual. E mais do que isso, a comunicação é uma forma de aprendizagem, seja na formulação do pensamento e do discurso, seja na interpretação de uma mensagem ou pela troca de argumentos e idéias. De qualquer forma, o resultado final sempre envolve um aprendizado.
     É preciso usarmos mais da comunicação. Quando um fator se interpõe entre os sujeitos da comunicação, encontramos um caminho alternativo. Se é a distância que nos separa, que usemos do correio eletrônico ou dos serviços de voz da interenet. Os recursos estão aí, os acontecimentos das mais diversas qualidades e importância nos aparecem todos os dias, porque então não partilhá-los? É provado que a própria formulação de uma expressão nos permite amadurecer a idéia primária. E a contra-argumentação? Opiniões e pontos de vistas diferentes enriquecem nosso pensamento e reafirmam ou enterram a maior parte das nossas convicções.
     Portanto, a comunicação é um via de dois lados: interlocutor e receptor; iniciativa e correspondência; partilha e opinião. É assim que as relações funcionam. Passando pelos temas mais banais até os casos de vida ou morte, a comunicação é vital e não precisa de protocolo, motivo ou censura, desejo basta por si só.

   Precisamos de mais iniciativa.

   Precisamos de mais correspondência.

   Precisamos de menos comodidade.

   Precisamos de mais interação eficiente.

   E é esta a minha iniciativa, que venham as correspondências críticas, discordâncias e aprovações.

Um comentário:

Dinha disse...

Olá, filósofa!!! O que a distância não faz, heim?!
Você tem razão quanto à comunicação. Mas não é só pela distância. Aqui estamos tendo o mesmo problema. A última vez que conversei com Kdim foi no dia em que almoçamos lá. Depois só o vi rapidamente na casa do papai na semana seguinte, já de saída. Solange vejo quase o mesmo tanto. Só por acaso. Beto veio hoje aqui com Frederico nos ajudar e bem rapidinho. Papai e mamãe, não os visito há bastante tempo.
Precisamos mesmo cuidar do convívio...
Comecei a dobrar na semana passada. Estou tentando me adaptar ao novo momento. Sem empregada e com apenas 35 minutos para organizar o almoço e almoçar para sair. Por coincidência, na semana passada ainda tivemos ECC e dei a última aula particular após a escola para encerrar. Organizamos o caldo do ECC para sábado e outras coisinhas mais.
Bem, estou organizando ainda o trabalho com a turma da tarde que era da Fátima. Um grande problema, já que ela atropela o conteúdo e não explica a matéria. Terei que rever tudo e dar conta do restante... E ainda tenho que descobrir o tamanho do estrago!
Essa semana é toda de provas.
Estou aflita porque a prova do Militar está às ´portas e não fiz a inscrição da Dri e nem ela está se preparando. Não tive como pagar cursinho para ela e agora pouco faço para ajudá-la a estudar. Preciso me organizar, como pode ver, para muitas coisas. Esse ano tem sido cheio de novas fases e, quando começo a me organizar e adaptar, vem outra totalmente diferente. Lembre-se: desde o aniversário da Carol. Ou antes, desde a dispemsa da Maria...
HAja flexibilidade geminiana!!!
Bem, por agora fico por estas linhas. Farei o impossível para manter contato.
Valeu pelo puxão de orelha!
Beijos de quem lhe ama sempre e mais.
Dinha