Há muito tempo que estávamos planejando esta viagem pelo norte da Europa, pois dos passeios que já tínhamos feito conhecemos um bom pedaço da Espanha e alguns lugares de França. E com tantas mudanças, acabamos por levar mais a sério essa ideia e finalmente a concretizamos. Tivemos ainda uma surpreendente e agradável companhia de um parente de um colega que acabou virando Tio, coisa de brasileiro mesmo.
Assim que confirmamos, dediquei-me à pesquisa e ao preparo da logística (hotel, possíveis roteiros, preços...). Daí o meu sumiço do blog... E olha que foi muito bom porque melhorei incrivelmente a minha geografia política, mas também mais desgastante do que pensava. O importante é que valeu a pena, graças a Deus, valeu cada minuto de preparo e de curtição!!!
Acho que a melhor forma de dividir esta experiência com você é através das fotos e um comentário aqui e ali. Quem quiser acompanhar, começo do início mesmo.
No nosso planejamento, optamos por alugar um carro para termos a liberdade de horário e de alterações. E foi por isso que descemos e saímos por Paris, apesar de já lá termos ido, para pegarmos e devolvermos o carro no mesmo lugar. Só passamos lá a noite e seguimos direto para a Bélgica, entrentanto, parece que os belgas não nos queriam lá. As estradas terminavam sempre numa principal em obra e acabamos passando a fronteira sem dar por isso.
Em Bruxelas, mais obras! Deixamos o carro estacionado, as malas no albergue e fomos para uma caminhada despretensiosa. Acontece, que o centro da cidade é tão pequeno, que vimos tudo em menos de 4 horas numa caminhada leve. Daí, mudamos os planos e diminuímos para um dia a nossa estadia por lá. Enquanto o pessoal voltou para o hotel, sem direito a toalha (que trauma), resolvi andar pela cidade para ver os desenhos em quadrinhos pintados em vários prédios; foi dos detalhes da cidade que mais me chamou a atenção na pesquisa e não podia ir embora sem conferir. Acabei não encontrando o do Asterix e Obelix que mais queria mas adorei os que vi. Voltei tarde e acho que foi esse sono que me passou um aperto de não encontrar a câmera no dia seguinte.
Tudo superado, pegamos o carro para visitar os prédios da sede do Parlamento Europeu em Bruxelas, passamos pela Basílica do Sagrado Coração (linda!!! e enorme!!!) e fomos até o Atomium, sede da Expo de 1958. As obras mais a falta de tempo não deixaram que fôssemos também ao Mini-europe, uma atração com os principais pontos turísticos europeus em miniatura, e partimos para a cidade comprar as últimas lembranças e os objetos de coleção.
Ainda deu tempo de comermos um waffle, que segundo li é típico de Bruxelas, mostrar para os outros o Manneken Pin, que eu tinha visto na noite anterior. É uma estátua de um menino fazendo xixi e que é o símbolo da cidade. O legal é que quando fui ele não estava vestido e nesta hora tinham colocado uma roupa dourada com o escudo da Polònia em comemoração dos 20 anos de independência do país; mais tarde vimos a bandeira do país também no Atomium, onde antes estava a da Bélgica. Saímos da cidade logo depois de comprarmos mais uns chocolatezinhos, claro.
Mais uma vez, alteramos a rota quando vimos umas construções interessantes que acabamos descobrindo ser a Torre Japonesa, o Pavilhão Chinês e a estufa no Palácio de Laeken, residência real. Voltando para o carro fomos seguir o Dalai Lama num caminho alternativo e demos uma volta imensa mas que compensou pelo parque maravilhoso que conhecemos, pela quantidade de coelhinhos que vimos e pelo passeio que fizemos.
Mesmo com um dia a menos, saímos de Bruxelas satisfeitos com a visita e na expectativa para Amsterdan. E assim que já tiver organizado e selecionado as fotos, volto para contar mais.
Assim que confirmamos, dediquei-me à pesquisa e ao preparo da logística (hotel, possíveis roteiros, preços...). Daí o meu sumiço do blog... E olha que foi muito bom porque melhorei incrivelmente a minha geografia política, mas também mais desgastante do que pensava. O importante é que valeu a pena, graças a Deus, valeu cada minuto de preparo e de curtição!!!
Acho que a melhor forma de dividir esta experiência com você é através das fotos e um comentário aqui e ali. Quem quiser acompanhar, começo do início mesmo.
No nosso planejamento, optamos por alugar um carro para termos a liberdade de horário e de alterações. E foi por isso que descemos e saímos por Paris, apesar de já lá termos ido, para pegarmos e devolvermos o carro no mesmo lugar. Só passamos lá a noite e seguimos direto para a Bélgica, entrentanto, parece que os belgas não nos queriam lá. As estradas terminavam sempre numa principal em obra e acabamos passando a fronteira sem dar por isso.
Em Bruxelas, mais obras! Deixamos o carro estacionado, as malas no albergue e fomos para uma caminhada despretensiosa. Acontece, que o centro da cidade é tão pequeno, que vimos tudo em menos de 4 horas numa caminhada leve. Daí, mudamos os planos e diminuímos para um dia a nossa estadia por lá. Enquanto o pessoal voltou para o hotel, sem direito a toalha (que trauma), resolvi andar pela cidade para ver os desenhos em quadrinhos pintados em vários prédios; foi dos detalhes da cidade que mais me chamou a atenção na pesquisa e não podia ir embora sem conferir. Acabei não encontrando o do Asterix e Obelix que mais queria mas adorei os que vi. Voltei tarde e acho que foi esse sono que me passou um aperto de não encontrar a câmera no dia seguinte.
Tudo superado, pegamos o carro para visitar os prédios da sede do Parlamento Europeu em Bruxelas, passamos pela Basílica do Sagrado Coração (linda!!! e enorme!!!) e fomos até o Atomium, sede da Expo de 1958. As obras mais a falta de tempo não deixaram que fôssemos também ao Mini-europe, uma atração com os principais pontos turísticos europeus em miniatura, e partimos para a cidade comprar as últimas lembranças e os objetos de coleção.
Ainda deu tempo de comermos um waffle, que segundo li é típico de Bruxelas, mostrar para os outros o Manneken Pin, que eu tinha visto na noite anterior. É uma estátua de um menino fazendo xixi e que é o símbolo da cidade. O legal é que quando fui ele não estava vestido e nesta hora tinham colocado uma roupa dourada com o escudo da Polònia em comemoração dos 20 anos de independência do país; mais tarde vimos a bandeira do país também no Atomium, onde antes estava a da Bélgica. Saímos da cidade logo depois de comprarmos mais uns chocolatezinhos, claro.
Mais uma vez, alteramos a rota quando vimos umas construções interessantes que acabamos descobrindo ser a Torre Japonesa, o Pavilhão Chinês e a estufa no Palácio de Laeken, residência real. Voltando para o carro fomos seguir o Dalai Lama num caminho alternativo e demos uma volta imensa mas que compensou pelo parque maravilhoso que conhecemos, pela quantidade de coelhinhos que vimos e pelo passeio que fizemos.
Mesmo com um dia a menos, saímos de Bruxelas satisfeitos com a visita e na expectativa para Amsterdan. E assim que já tiver organizado e selecionado as fotos, volto para contar mais.
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