As novidades não paravam de chegar. Nessa hora, a Edite confirmou a qualidade da câmera, mas as pilhas não resistiram aos testes todos: Sheila, não fica chateada mas a câmera está ficando sem pilha… falar o quê? A adrenalina já estava tomando conta. Muito bem, em pé e toda equipada, era hora de subir. O monitor da plataforma recebeu-me, prendeu mais um gancho no meu cinto e alertou sobre o peso que o elástico proporciona nas pernas durante a subida. Tal e qual, começamos a subir, o elástico pesou mais do que esperava e as orientações vieram: não olhar para baixo, pular como para uma piscina (é um complô) e não segurar em nada. Foi fácil, pelo menos a primeira parte…
Não percebi a subida enquanto conversava com o monitor sobre a altura do salto (50 metros), a do seu recorde pessoal (120 metros) e habituava-me com o peso da corda. Lá em cima (ups, primeira olhada para baixo e como era alto!), a plataforma foi estabilizada por outro cabo e era tudo silêncio. O horizonte estava lindo, o céu completamente azul, o vento muito quieto e parecia tudo em suspenso. A experiência de estar prestes a saltar foi completamente surreal. Não veio o esperado frio na barriga e o pensamento, sei lá onde ele se meteu. Só sei que estava ali, pronta e sem noção do perigo.
Passo a passo, retirada do gancho que me ligava a plataforma e mais uma recomendação de soltar o corpo de uma só vez. Só um porém, tinha esvaziado os bolsos antes da subida, mas o monitor pediu que tirasse os brincos de argola e colocar onde? Se nos meus não podia que fosse nos dele então, muito atencioso, que ainda cuidou de prender bem a minha blusa por baixo do cinto de segurança.
Pronta? Muito bem, pés na entrada da plataforma e pode saltar quando quiser. O olhar para frente pesou e pude ver as formiguinhas lá embaixo. Acho que não estava preocupada com a queda, até porque não visualizava o pulo em si. E assim, parti para o salto
tomando impulso com as mãos na grade da plataforma, com as pernas pesadas do elástico e jogando o corpo para frente. Só que nesta hora, o instinto falou mais alto e minhas mãos apertaram ainda mais a segurar-me por lá mesmo. Ainda ameacei um novo impulso mas minhas mãos não estavam muito de acordo e comecei a rir de nervoso. Nisso, uma voz surge além da minha concentração… Credo! Já tinha até esquecido que não estava sozinha, era o monitor perguntando se queria ajuda, ufa!
Pensando agora, friamente, não posso dizer que dei uma resposta normal, mas no contexto do dia, foi totalmente esperada. Eu acho…
Não percebi a subida enquanto conversava com o monitor sobre a altura do salto (50 metros), a do seu recorde pessoal (120 metros) e habituava-me com o peso da corda. Lá em cima (ups, primeira olhada para baixo e como era alto!), a plataforma foi estabilizada por outro cabo e era tudo silêncio. O horizonte estava lindo, o céu completamente azul, o vento muito quieto e parecia tudo em suspenso. A experiência de estar prestes a saltar foi completamente surreal. Não veio o esperado frio na barriga e o pensamento, sei lá onde ele se meteu. Só sei que estava ali, pronta e sem noção do perigo.Passo a passo, retirada do gancho que me ligava a plataforma e mais uma recomendação de soltar o corpo de uma só vez. Só um porém, tinha esvaziado os bolsos antes da subida, mas o monitor pediu que tirasse os brincos de argola e colocar onde? Se nos meus não podia que fosse nos dele então, muito atencioso, que ainda cuidou de prender bem a minha blusa por baixo do cinto de segurança.
Pronta? Muito bem, pés na entrada da plataforma e pode saltar quando quiser. O olhar para frente pesou e pude ver as formiguinhas lá embaixo. Acho que não estava preocupada com a queda, até porque não visualizava o pulo em si. E assim, parti para o salto
tomando impulso com as mãos na grade da plataforma, com as pernas pesadas do elástico e jogando o corpo para frente. Só que nesta hora, o instinto falou mais alto e minhas mãos apertaram ainda mais a segurar-me por lá mesmo. Ainda ameacei um novo impulso mas minhas mãos não estavam muito de acordo e comecei a rir de nervoso. Nisso, uma voz surge além da minha concentração… Credo! Já tinha até esquecido que não estava sozinha, era o monitor perguntando se queria ajuda, ufa!Pensando agora, friamente, não posso dizer que dei uma resposta normal, mas no contexto do dia, foi totalmente esperada. Eu acho…
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